Angola
entrou em pânico, com fenómeno terrorista na província do Huambo, que vitimou
mortalmente nove agentes da polícia nacional, em confronto com os fiéis da
seita religiosa “Sétimo Dia a Luz do Mundo” no passado dia 16 de Abril na
Caála.
Os
meios de comunicação informaram a sociedade angolana e internacional sobre o
acontecimento abismal, focando se apenas nas vitimas da PNA, e as acusações do
líder Kalupeteka e dos membros da sua religião. Mas tratando se de um mandado
de captura de um líder religioso com mais de 4 mil fiés, acredito que a polícia
nacional devia obtar por usos de metódos e tecnicas adequadas e eficaz de modo evitar a tragédia que enlutou o país, uma vez que deste
confronto entre agentes da polícia e os fiéis, resultou a morte de mais de 300
fiéis de Kalupeteka, bem como nove
agentes da corporação, incluindo o comandante municipal da Caála.
O mês da paz e reconciliação nacional em
Angola, ficou marcado pela deramação de sangue e mortes de filhos desta terra,
de forma brutal e chocante, por mais um
episódio aterrrorizante no nosso país, por falta de compreensão e o uso da
força como solução do problema.
Género: Artigo
Dala
C.V.Beicha








